Sobre nós

O GEDE (Grupo de Expressão Dramática de Escapães), nasceu a 10 de Outubro de 1992.

E como tudo o que nasce tem um período de gestação, o GEDE não foi exceção, e sob o comando da professora Rosa Mortágua, um grupo de amigos com uma vontade enorme de fazer teatro, resolveu dar asas a um projeto da professora Conceição Henriques e transportar para os palcos toda a sua energia própria da juventude.

Fruto dessa energia o GEDE levou a palco a sua 1ª peça “Venha ver Escapães passar” a 10 de Outubro de 1992. Esta primeira peça foi um sucesso e caracterizou-se por uma forte crítica social à própria terra, e foi o início de um percurso que chega até aos dias de hoje.

E porque a irreverencia caracteriza a forma de estar do grupo, o GEDE desde o primeiro dia, tem levado ao palco peças com carácter interventivo, tais como:

            - Venha ver Escapães passar

            - Jantar de Natal

            - Pais, filhos e outros parecidos

            - Auto das terras de Santa Maria

            - Noite da má-língua

            - Eça de Queiroz faz fogo cruzado

            - Estará ele mesmo morto

            - Confissões Íntimas

            - António Simões o bem-amado

            - O Atrevido

            - A Partilha

            - Auto da BANCA do Inferno

            - Adão sem Eva

            - REQUIEM PARA CARNE

            - HOMENS MULHERES venha o diabo e escolha

            - Jubileu e Romieta

            - Os (des)AMORES de Inês

            - GEDE TV dá cá o comando

            - GEDE TV dá cá o comando 2 com a participação especial do ator Eduardo Madeira

Em 2015 o GEDE participou com dois atores (Ricardo Silva e Pedro Santos) no Filme "Amor Impossivel" do realizador António Pedro Vasconcelos. Em 2017 o ex ator do GEDE António Mortágua, agora ator profissional, é o protagonista do filme "Ramiro" do realizador Manuel Mozos. Filme com estreia marcada em 1 de Março de 2018.

O GEDE colaborou com a Associação Profissional de Médicos Dentistas (A.P.M.D.) com a peça “ Branca de neve e os 7 dentões”, no programa “O médico dentista é teu amigo”. Colaborou ainda com o grupo de teatro Art’Imagem do Porto.

Outro grande momento foi a comemoração dos 25 anos da Revolução dos cravos, com a peça “Na minha terra havia uma palavra proibida”.

A Recriação do massacre dos Quintados (Invasões Francesas) em Arrifana foi outro dos grandes momentos do GEDE assim como a RECRIAÇÃO HISTÓRICA DO CENTENÁRIO DA REPUBLICA EM 2010 (video). Estas iniciativas foram organizadas pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e coordenadas pelo GEDE.

É de destacar ainda, várias participações nas edições da Viagem Medieval de Santa Maria da Feira.

O GEDE foi o primeiro grupo de outro concelho, a participar no Festival de Teatro de São João da Madeira e conta já com dez participações consecutivas com as peças “António Simões o bem-amado”, “O Atrevido”, “A Partilha”, "Auto da BANCA do Inferno", "Adão sem Eva", "REQUIEM PARA CARNE", "HOMENS MULHERES venha o diabo e escolha", "Jubileu e Romieta", "Os (des)AMORES de Inês" e "GEDE TV dá cá o comando". Respetivamente da IV à XIII edições deste festival.

Atualmente o GEDE tem em cena "Os (des)AMORES de Inês" e "HOMENS MULHERES venha o diabo e escolha".

Alguns dos textos das peças levam o cunho do grupo, ou porque foram escritos por um dos elementos, ou porque foram adaptadas para se aproximarem da realidade atual e local.

O grande momento do GEDE foi a estreia do espetáculo “GEDE TV dá cá o comando 2” em novembro de 2019 no grande auditório do Europarque com a participação especial do ator Eduardo Madeira. Com lotação esgotada (1408 lugares) este foi sem dúvida um marco importante na nossa história.

Muitos foram os atores que já passaram pelo GEDE, mantendo-se atualmente com cerca de 20 jovens.

Alguns dos seus ex atores são neste momento atores profissionais como é o caso do “nosso” António Mortágua.

Casados e já com filhos, existem elementos no grupo desde 1992.

    Escapães merece-te, porque tu és o seu riso franco e a sua tristeza magoada. És a sua verdade, a sua franqueza, a sua falsidade, a sua inveja e tudo representarás á “boca de cena”. - In O Escapanenense por Maria Rosa Mortágua.